segunda-feira, 3 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
the way i feel
"Eu tive muito, muito mesmo, e eu sou grato por isso, mas desde os sete anos passei a ter ódio de todos os humanos em geral. Apenas por que eu amo e sinto demais por todas as pessoas, eu acho.
Obrigado do fundo de meu nauseado estômago queimando por suas cartas e sua preocupação ao longo dos anos. Eu sou mesmo um bebê errático e triste! Não tenho mais a paixão, então lembrem, é melhor queimar do que se apagar aos poucos."
(Trecho da carta de suicídio de Kurt Cobain)
Obrigado do fundo de meu nauseado estômago queimando por suas cartas e sua preocupação ao longo dos anos. Eu sou mesmo um bebê errático e triste! Não tenho mais a paixão, então lembrem, é melhor queimar do que se apagar aos poucos."
(Trecho da carta de suicídio de Kurt Cobain)
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Verdade
Soltei-me novamente das mentiras do mundo.
Vi mais uma vez o rosto distorcido da vida.
Quebrei-me por dentro mais uma vez...
E ainda choro. Ainda tremo.
Pergunto-me se ter os olhos vendados é melhor.
Encontro conforto como resposta,
Mas o que desejo tem outro nome:
Verdade.
Vi mais uma vez o rosto distorcido da vida.
Quebrei-me por dentro mais uma vez...
E ainda choro. Ainda tremo.
Pergunto-me se ter os olhos vendados é melhor.
Encontro conforto como resposta,
Mas o que desejo tem outro nome:
Verdade.
Marcadores:
Poema.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Claustrofóbica
Essa asa uma hora tem que soltar.
Não há mais como respirar!
Não tenho espaço, não recebo confiança.
Não há mais paciência.
Quero um caminho meu...
E só meu!
Não tente me alcançar,
Não tente me manipular.
Esqueça ou finja que esqueceu.
Só não tente mais me segurar.
Não há mais como respirar!
Não tenho espaço, não recebo confiança.
Não há mais paciência.
Quero um caminho meu...
E só meu!
Não tente me alcançar,
Não tente me manipular.
Esqueça ou finja que esqueceu.
Só não tente mais me segurar.
Marcadores:
Poema.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
O tempo há muito anda lento...
Cenas da minha vida passam em preto e branco,
Não há mais olhares,
Não há mais sorrisos...
Vultos passam como brisa.
O tudo se transformou em uma completa mentira.
Eu respiro. Eu paro.
Olho ao redor e só vejo manchas...
Manchas do que nunca aconteceu,
do que nunca vai acontecer.
Cenas da minha vida passam em preto e branco,
Não há mais olhares,
Não há mais sorrisos...
Vultos passam como brisa.
O tudo se transformou em uma completa mentira.
Eu respiro. Eu paro.
Olho ao redor e só vejo manchas...
Manchas do que nunca aconteceu,
do que nunca vai acontecer.
Marcadores:
Poema.
Assinar:
Postagens (Atom)
